segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Terapia Ocupacional na Assistência Social



O terapeuta ocupacional, no âmbito de sua atuação, planeja e executa atividades orientadas para a participação e facilitação no desempenho ocupacional e expressivo de pessoas com deficiência, com processos de ruptura de rede, de risco, desvantagem e vulnerabilidade social nos diversos ciclos de vida (COFFITO, 2010).

Como todo terapeuta ocupacional, no SUAS a nossa atuação terá como objetivo oferecer qualidade de vida, autonomia além de inclusão social. Deve-se olhar para os usuários do SUAS de uma forma complexa, não esquecendo a sua subjetividade, as suas questões emocionais e o meio em que está incluída.
Deve-se incluir os usuários em programas e serviços para as suas potencialidades possam ser trabalhadas e assim favorecer a inserção social desse indivíduo.
A terapia ocupacional, ao trabalhar com processos do cotidiano estabelece programas e projetos de ação no diálogo com grupos sociais ou comunidades, e desenvolve estratégias nas quais as noções de atividade e de cotidiano são definidas como instrumentos de emancipação social. Assim, o terapeuta ocupacional é um dos profissionais que pode compor a equipe de referência dos serviços, programas, projetos além de qualificar os processos de acesso aos benefícios de proteção social básica e especial, em atendimento institucional, comunitário e/ou familiar. (ABRATO)

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Trabalhos com recursos terapeuticos ...

Após muito tempo sem postar nada, venho hoje trazer alguns trabalhos e análises feitas pelos alunos de Terapia Ocupacional da Universidade Federal do Espírito Santo, na matéria cujo nome é Recursos Terapêuticos e Análise das Atividades.

Espero que apreciem!

Abaixo o link ;D

http://torta2.blogspot.com.br/

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Diferença entre Terapia Ocupacional e a Psicologia


As duas profissões estão no quadro daquelas que compõem o campo da saúde. Em muitas situações, inclusive, os dois profissionais podem atuar em conjunto.
A formação em psicologia contempla o estudo de aspectos teóricos e práticos relacionados a todos os processos mentais, como a aprendizagem, a percepção, a relação entre a subjetividade e as determinações sociais, o desenvolvimento da inteligência, a avaliação de características psicológicas e de capacidades e potenciais mentais, a construção e as características de personalidade dos seres humanos, a identificação de habilidades desenvolvidas e/ou obstáculos para a execução de atividades, entre outros.
Tais conteúdos habilitam o psicólogo a trabalhar com o tratamento de distúrbios psicológicos por meio de diferentes modelos e estratégias de psicoterapias. Pode também trabalhar em diferentes ambientes na promoção de saúde mental e desenvolvimento de estudantes. É possível trabalhar nos ambientes de trabalho contribuindo para maior satisfação e rendimento; em hospitais, no atendimento a portadores de necessidades físicas e mentais especiais; junto a equipes esportivas ampliando o desempenho e contribuindo para relações mais harmoniosas; em instituições destinadas ao acolhimento ou retenção de crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social ou que agiram em conflito com a lei ou na melhoria da qualidade de vida de idosos ou pacientes terminais, entre outras possibilidades. Segundo a legislação que regulamenta a profissão, a única atividade exclusiva do psicólogo é a condução de processo de avaliação psicológica com a utilização de testes específicos.
terapeuta ocupacional é o profissional habilitado para promover a integração social de pessoas de qualquer idade cujos distúrbios físicos, mentais ou emocionais determinem algum grau de desadaptação, impedindo-as de usufruir de forma mais ampla sua autonomia e cidadania. Para tal, estuda disciplinas ligadas à área da saúde física e psicológica e da área de humanas. Sua função básica, portanto é promover o bem-estar físico, psíquico e social.


quarta-feira, 25 de julho de 2012

A deficiência auditiva e a Terapia Ocupacional

A Terapia Ocupacional é indicada quando há dificuldades de realizar de maneira satisfatória as atividades escolares, sociais, de lazer e auto-cuidado. 
Quando há indicação para melhorar o desempenho funcional, prevenir incapacidades e evitar o atraso no desenvolvimento.  
Avaliações, testes e/ou observações:  
Habilidades percepto-cognitivas (ex: conceitos básicos, esquema corporal, consciência corporal, nível de atenção/concentração);
Habilidades afetivas (ex: auto-estima, auto-conceito, sentido de competência, limiar de frustração);
Habilidades sociais e morais (adequação e interação social, saber cooperar, dividir, noção de limites); 
Habilidades sensoriais (ex: táteis e visuais);  
Atividades de vida diária: Cuidado de si e da comunicação (alimentação, higiene, locomoção, vestuário, comunicação escrita, verbal e gestual);
Atividades de vida prática: Atividades domiciliares e do cotidiano;
Atividades de vida de lazer: atividades que envolvam a satisfação, o descanso, o interesse do indivíduo, tais como; esporte, jogos, dança, teatro,leitura, cinema, música;
Atividades de vida trabalho/escola: execução do dever de casa, uso do material escolar próprio, planejamento de atividades;
O tipo de linguagem e comunicação utilizadas pela criança e família; 
Verificar as relações familiares;  
Considerar suas expectativas e sua demanda para o tratamento. 

Objetivos do Tratamento:

Ampliar nível de autonomia e independência da criança nas AVDs, AVPs, no lazer, ambiente social e desempenho escolar;
Promover o desenvolvimento das habilidades e competências necessárias à atuação nos diversos espaços: escola, família, comunidade;
Desenvolver a linguagem e as habilidades de comunicação e interação (utilizando possíveis resíduos auditivos da criança.); 
Estimular  o pensamento abstrato;  
Motivar aprendizado e refinamento das habilidades motoras, percepto-cognitivas, noção espacial e temporal, esquema corporal e equilíbrio para facilitar aprendizado em libras; 
Ampliar a memorização;  
Facilitar construção da identidade surda, do auto conhecimento e identificação pessoal;
Condensar informações/instruções através da redução de vocábulos;
Oferecer experiências de compartilhar, brincar, esperar sua vez com outras crianças; 
Proporcionar contato com outras crianças surdas; 
Buscar um desenvolvimento psicológico saudável; 
Estimular a atenção, o raciocínio lógico; 
Ampliar o campo lúdico; 
Favorecer a imitação; 
Potencializar a criatividade;  
Facilitar atitudes de descontração, de dinamismo, de iniciativa, de curiosidade e de organização frente às situações rotineiras;
Realizar orientações familiares: A importância da mesma no processo educacional da criança surda; como estimular a criança em domicílio, buscar associações/comunidades de surdos para ter contato com outras famílias;
Promover orientação na escola: Adaptações curriculares, postura da professora e seu feedback, atividades com os colegas (estruturação das relações sociais), material didático, avaliações da performance da criança surda.


Métodos de Intervenção e tratamento:

Atendimento individual;
Atividades em grupo;
Oficinas comunicativas e de expressão (dança, teatro, modelagem,  pintura, etc);
Oficinas profissionalizantes;
Atividades culturais e de recreação;
Acompanhamento em sala de aula;
Palestras e orientações na escola, com os familiares e na comunidade;
Treino de AVDs e AVPs;
Atendimento com participação dos pais.


TRABALHO ENVIADO POR: Ana Paula Mendes e Renata Couto, Acadêmicas de Terapia Ocupacional da UFES


terça-feira, 10 de julho de 2012

Tecnologia Assistiva


Tecnologia Assistiva é um termo ainda novo, utilizado para identificar todo o arsenal de Recursos e Serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiência e conseqüentemente promover Vida Independente e Inclusão.

O objetivo da Tecnologia Assistiva é proporcionar à pessoa com deficiência maior independência, qualidade de vida e inclusão social, através da ampliação de sua comunicação, mobilidade, controle de seu ambiente, habilidades de seu aprendizado, trabalho e integração com a família, amigos e sociedade. 

terapeuta ocupacional no trabalho da tecnologia assistiva tem um papel central nas discussões sobre as diferentes formas de acesso, na integração das funções sensoriais e motoras, no desenvolvimento da funcionalidade dos membros superiores e outras partes do corpo para o controle do meio ambiente e na aquisição da independência nas atividades de vida diária, na avaliação e adaptação da postura sentada e outras posturas para a realização das atividades diárias.
Para atender às necessidades de cada cliente, no trabalho com a tecnologia assistiva, é função do terapeuta ocupacional conhecer e analisar os recursos existentes e determinar quais os dispositivos que melhor se aplicam às diferentes situações do dia a dia. Cada recurso deve ser vivenciado pelo terapeuta ocupacional e incorporado à sua prática com os usuários da tecnologia assistiva.

FONTE:
http://johannaterapeutaocupacional.blogspot.com.br/2010/01/o-que-e-tecnologia-assistiva.html http://www.comunicacaoalternativa.com.br/to-na-ta


quinta-feira, 5 de julho de 2012

Universidades do Brasil que têm o curso de Terapia Ocupacional

Você encontra essa graduação nas seguintes faculdades:
  • Bahia
Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública – Bahiana
http://www.fundeci.com.br
  • Ceará
Universidade de Fortaleza / Fundação Edson Queiroz – UNIFOR
http://www.unifor.br
  • Espírito Santo
Faculdade de Administração Espírito-Santense – FAESA
http://www.faesa.br
Universidade Federal do Espírito Santo – UFES
http://portal.ufes.br

  • Goiás
Universidade Católica de Goiás – UCG
http://www.ucg.br
  • Maranhão
Centro Universitário do Maranhão – UNICEUMA
http://www.ceuma.br
Faculdade Santa Terezinha – CEST
http://www.cest.edu.br
  • Mato Grosso do Sul
Universidade Católica Dom Bosco – UCDB
http://www.ucdb.br
  • Minas Gerais
Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais – FCMMG
http://www.fcmmg.br
Universidade de Uberaba – UNIUBE
http://www.uniube.br
Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG
http://www.ufmg.br
  •  Pará
Universidade do Estado do Pará – UEPA
http://www.uepa.br
  • Paraná
Universidade Federal do Paraná – UFPR
http://www.ufpr.br Universidade Tuiuti do Paraná – UTP
http://www.utp.br
  • Pernambuco
Universidade Federal de Pernambuco – UFPE
http://www.ufpe.br
  • Rio de Janeiro
Faculdades Pestalozzi
http://www.pestalozzi.org.br
Instituto Federal de Ciência e Tecnologia – IFRJ
http://www.ifrj.edu.br
Universidade Castelo Branco – UCB
http://www.castelobranco.br
Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ
http://www.ufrj.br
  • Rio Grande do Sul
Centro Universitário Franciscano – UNIFRA
http://www.unifra.br

Centro Universitário Metodista – IPA
http://www.ipametodista.edu.br
Universidade Federal de Santa Maria- UFSM
http://www.ufsm.br

  • Santa Catarina
Associação Catarinense de Ensino – ACE
http://www.ace.br
Universidade do Planalto Catarinense – UNIPLAC
http://www.uniplac.net
  • São Paulo
Centro Universitário Católico Salesiano AuxiliumUNISALESIANO
http://www.salesianolins.br
Centro Universitário ClaretianoCEUCLAR
http://www.claretiano.edu.br
Centro Universitário de Araraquara – UNIARA
http://www.uniara.com.br

Centro Universitário do Norte PaulistaUNORP
http://www.unorp.br
Centro Universitário Monte Serrat – Unimonte
http://www.unimonte.br
Centro Universitário São Camilo
http://www.scamilo.br
Faculdade de Medicina do ABC – FMABC
http://www.fmabc.br
Fundação Educacional de Fernandópolis - FEF
http://www.fef.br
Universidade de São Paulo – USP
http://www.usp.br
Universidade de Sorocaba – UNISO
http://www.uniso.br
Universidade do Sagrado Coração – USC
http://www.usc.br
Universidade do Vale do Paraíba – UNIVAP
http://www.univap.br
Universidade Estadual Paulista “Julio de Mesquita Filho”UNESP
http://www.marilia.unesp.br
Universidade Federal de São Carlos – UFSCar
http://www.ufscar.br
Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP
http://www.unifesp.br
Universidade Pontíficia Católica de Campinas – PUCCamp
http://www.puc-campinas.br
  • Rio Grande do Norte
Universidade Potiguar – UNP
http://www.unp.br

terça-feira, 3 de julho de 2012

Terapia Ocupacional e Acessibilidade


Acessibilidade é a possibilidade de alcance para a utilização com segurança e autonomia em edificações, espaços privados ou públicos, mobiliário, equipamentos urbanos, eletrônicos, que sejam capazes de serem alcançados, visitados por qualquer pessoa inclusive aquelas com deficiência. Ser acessível também significa ser compreendido por qualquer pessoa como é o caso do deficiente auditivo que necessita da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), do deficiente visual que necessita de Braille e do deficiente intelectual 
que necessita da quebra de barreiras atitudinais.

A legislação de acessibilidade encontra-se no Decreto 5.296 de 2 de dezembro de 2004 que  regulamenta as leis 10.048 e 10.098 de 2000. Também deve ser respeitado a Associação Brasileira de Normas Técnicas, sendo especificamente a  NBR 9050, ambos baseiam-se no desenho universal, onde a concepção de espaços e produtos visa atender simultaneamente todas as pessoas.  Faz-se necessário salientar que em 25 de agosto de 2009 o Presidente da República assinou o Decreto nº 6.949 que promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados em Nova York em 30 de março de 2007. Este é o primeiro caso de tratado aprovado com status de norma constitucional. 
A Terapia Ocupacional tem papel fundamental  no desenvolvimento de tecnologia assistiva, que a legislação chama de ajudas técnicas e define como sendo os produtos, instrumentos, equipamentos ou tecnologias adaptadas ou especialmente projetadas para melhorar a funcionalidade da pessoa com  deficiência ou mobilidade reduzida.   A  Classificação Internacional de Funcionalidade Incapacidade e Saúde (CIF) é 
também uma ferramenta de política pública  e pode ser utilizada para a conquista da acessibilidade.

Todos os profissionais da saúde se preocupam com as funções do corpo e suas estruturas, porém o terapeuta ocupacional sempre enfocou as atividades e a participação do indivíduo em situações da vida diária, desta forma é imprescindível compreender as restrições e facilitações dos fatores ambientais.                   
A Medida Canadense de Desempenho Ocupacional (COPM)  pode ser utilizada para identificar problemas nas atividades de cuidado pessoal, mobilidade funcional e independência fora de casa, desta forma o terapeuta ocupacional pode propor tecnologia assistiva e ou modificações arquitetônicas na casa do cliente. Quanto  às  questões de acessibilidade de uso coletivo o terapeuta pode orientar o cliente que  acesso é um direito indissolúvel,  pois representa o respeito, a valorização da diversidade humana e o desenvolvimento inclusivo.

A acessibilidade só acontece na sua plenitude quando a pessoa com deficiência é usada como referência de dificuldade de uso ou alcance de todo espaço, bem ou serviço, pois, todos serão beneficiados, independente das especificidades individuais.





quarta-feira, 27 de junho de 2012

CONNTO 2012

Informações no site: http://www.conntonatal2012.com.br


Pela importância do evento, o Rio Grande do Norte orgulha-se em receber o IX CONGRESSO NORTE NORDESTE DE TERAPIA OCUPACIONAL onde serão discutidas e avaliadas as ações de consolidação desta profissão nas Regiões Norte e Nordeste do no Brasil.
A inserção do terapeuta ocupacional no SUAS, a maturidade  profissional , as práticas baseadas em evidências, perícias técnicas, bem como educação permanente serão alguns dos temas pautados para  discussão no IX CONNTO, onde certamente será um espaço de construção coletiva dessa profissão que tem cada dia mais prestado serviços relevantes à saúde no Brasil  e no mundo.
Pela importância dessa discussão, convidamos os Terapeutas Ocupacionais do país e do exterior para participarem do IX CONNTO, que será realizado entre os dias 26 a 29 de setembro de 2012, em Natal RN.

terça-feira, 26 de junho de 2012

Terapia Ocupacional na Pediatria




A Terapia Ocupacional atua na pediatria abrangendo diversos problemas nos componentes cognitivos, sensório-motores, psicológicos e psicossociais, revelando-se na criança, dificuldades nas diferentes áreas de desempenho (Atividades da Vida Diária, Produtivas e de Lazer).
As atividades propostas são baseadas de acordo com as motivações e interesses da criança, incluindo o contexto familiar de modo a desenvolver o máximo de autonomia na sua vida pessoal e social.
São assistidas as crianças com:
-Dificuldades de socialização
-Síndromes (Down e outras)
-Desordem neuro-motoras (Paralisia cerebral, etc)
-Dificuldade de concentração
-Transtornos emocionais e sociais (Altismo, Distúrbios afetivos e outros)
-Deficiência Mental
-Atraso ou dificuldade no desenvolvimento pedagógico
É através do brincar e de atividades lúdicas que a Terapia Ocupacional Pediátrica, atua na área de Reabilitação, Estimulação e Desenvolvimento com crianças e jovens. Tem como objetivo potenciar e criar meios para que estes possam usufruir plenamente de suas capacidades, desenvolvimento e interação com seu ambiente e pessoas, ou seja, torna-los autônomos e independentes.
As sessões podem ser realizadas na clínica, em domicílio ou na escola, podendo necessitar/utilizar:
Área de reabilitação:
- Bebês prematuros ou de risco e seus familiares em programa de acompanhamento e estimulação,
- Crianças e jovens com atraso de desenvolvimento,
- Crianças e jovens diagnosticadas com Disfunção Física (paralisia cerebral, lesão plexo braquial, entre outras) ou Síndromes diversas (Down, X-frágil, por exemplo),
- Crianças e Jovens com Dificuldades de Aprendizagem, Déficit de Atenção ou Hiperatividade,
- Crianças e jovens que necessitem de apoio específico em adaptações de atividades ou órteses, como por exemplo, com baixa visão, dificuldade de concentração, amputações, etc.
Área de prevenção e estimulação
- Aula para pais sobre massagem para o bebê
- Dificuldades de Aprendizagem, Déficit de Atenção ou Hiperatividade
- Ginástica e Estimulação para bebês
- Estimulação e desenvolvimento
A intervenção de um Terapeuta Ocupacional (T.O.) em pediatria, pode abranger problemas diversos nos componentes sensório-motores, cognitivos, psicológicos e psicossociais, revelando-se na criança e/ou adolescente dificuldades nas diferentes áreas de desempenho (Actividades da Vida Diária, Produtivas e de Lazer).
De acordo com a idade do utente, a intervenção em Terapia Ocupacional, pode centrar-se em diferentes abordagens terapêuticas, optando o terapeuta pelas que melhor se coadunam com as necessidades individuais, motivações e interesses da criança e/ou adolescente e com as prioridades familiares, de modo a desenvolver o máximo de autonomia na sua vida pessoal, social e escolar/profissional.


FONTE: http://www.criativaterapiaocupacional.com/servi%C3%A7os2/pediatria/


http://www.bemgerar.com/toempediatria.html


http://toonline.no.sapo.pt/html/crjov.htm


segunda-feira, 25 de junho de 2012

ExNETO, o que é?

A ExNETO surgiu em meados de 2004, não só como organização administrativa acadêmica, mas também como organização social, ou seja, ela surgiu com o objetivo de defender que não há formação com qualidade sem que haja o conhecimento do que é a sociedade e de como ela realmente funciona. A ExNETO encampou e continua encampando lutas a favor da educação e saúde pública, gratuita, democrática e de qualidade,  além de condições materiais que homens e mulheres tenham uma vida digna e justa, por meio de discussões, campanhas, ocupações e atos públicos, fazendo isso junto ao coletivo de estudantes de T.O., de outros estudantes, trabalhadores e mais pessoas que sonham e se movimentam para dizer não as injustiças que acontecem em nossa sociedade e se propõem a modificá-la. (Mercedes Queiroz Zuliani, terapeuta ocupacional e ex-militante da ExNETO).
A ExNETO – Executiva Nacional de Estudantes de Terapia Ocupacional corresponde a entidade máxima de representação estudantil d@s estudantes de Terapia Ocupacional. Cabe a ela viabilizar articulação com estudantes do curso, através dos centros ou diretórios acadêmicos principalmente, para discutir os posicionamentos d@s estudantes sobre os mais variados assuntos, representá-l@s em espaços nacionais como conferências de saúde, congressos estudantis, etc. e depois socializar tais vivências com a comunidade estudantil, alem de organizar e incentivar que este movimento se concretize através de uma discussão e ações critica nos assuntos que interferem no curso.
Ela se estrutura por meio de uma Coordenação Nacional (CN). Atualmente as Universidades que compõem a CN são: USP (São Paulo), UNCISAL (Alagoas), UnB (Brasilia) e UFPR (Paraná).
Além da Coordenação Nacional, a ExNETO também possui quatro Coordenações Regionais ativas: Norte (PA), Nordeste (AL e PE), Sudeste 1 (SP), Centro Oeste (DF) e Sul (PR).

 FONTE: http://exneto.wordpress.com/quem-somos-nos/

domingo, 24 de junho de 2012

Piso Salarial da Profissão



A média de salário da profissão varia de acordo com a área e o local de atuação do profissional. Segundo O piso salarial sugerido pela FENAFITO para os profissionais fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais é de R$ 3.214,22 (três mil, duzentos e quatorze reais e vinte e dois centavos), segundo pauta para negociação – 2007.
Porém atualmente o piso salarial foi reajustado, sendo de R$ 4.650,00.
Mas como todos nós já sabemos, essa não é a nossa realidade, e a faixa salarial no mercado de trabalho gira em torno de R$ 1.500,00 a R$ 2.000,00.


FONTE: http://www.coffito.org.br/publicacoes/pub_view.asp?cod=1090&psecao=8 e http://fisioterapiapersonalizada.wordpress.com/2012/04/11/aprovado-piso-salarial-dos-fisioterapeutas-e-terapeutas-ocupacionais/

Terapia Ocupacional na Oncologia



Receber um diagnóstico de câncer não é nada fácil! A vida muda bastante: a doença pode trazer dor e vários sintomas, as atividades do dia-a-dia se transformam, o tratamento passa a ocupar boa parte da rotina e das preocupações, os projetos precisam ser adiados. 

Quando o tratamento começa, são necessários períodos de internação, cirurgias, quimioterapias e/ou radioterapias, entre tantos outros procedimentos que – ao ajudar – também trazem ainda mais rupturas na vida das pessoas. As mudanças se fazem presentes no lar, no hospital, nos centros de tratamento: escovar os dentes, tomar banho, vestir-se, cozinhar, estudar, trabalhar, estar com amigos, passear, brincar, entre tantas outras atividades, podem tornar-se difíceis, dependendo de cada caso. 

Em todos estes momentos, o terapeuta ocupacional é um profissional que pode ajudar os pacientes com câncer. Através de suas intervenções, ele busca resgatar a autonomia e a independência no cotidiano, na realização de todas estas atividades citadas. Também pode ajudar na realização de novas atividades e novos projetos, a partir da vivência da doença, de acordo com as possibilidades e limitações existentes.

Baseado em uma definição dada pela Universidade de São Paulo, podemos dizer que a Terapia Ocupacional é um campo de conhecimento e de intervenção em saúde, na educação e também na área social. Este profissional trabalha com estratégias e propostas para a emancipação, para a autonomia das pessoas, que por motivos ligados a suas problemáticas (sejam elas doenças, deficiências, questões emocionais ou sociais), estão vivendo situações de limitação e de dificuldades em viver a vida de uma maneira completa. 

O terapeuta ocupacional pode exercer sua atividade em diversos locais: hospitais e seus diversos setores, centros de reabilitação, unidades básicas de saúde (postos de saúde), hospitais-dia, ambulatórios, consultórios particulares ou no próprio domicílio do paciente. Há também profissionais que atuam em escolas e creches, empresas, organizações não-governamentais e associações, e em todos estes espaços ele poderá ajudar a pessoa que tem câncer a estar em condições físicas e emocionais para realizar atividades que tenham sentido para ela. 

Os atendimentos podem ser feitos individualmente e também em grupos, de acordo com as necessidades de cada paciente e do tratamento. Diversos recursos são utilizados: 

- Atividades manuais, lúdicas, artísticas e expressivas; 
- Exercícios terapêuticos; 
- Abordagens corporais (massagem, relaxamento, alongamento, etc); 
- Técnicas para o controle de dor e fadiga; 
- Confecção e indicação de órteses, que são aparelhos utilizados para melhorar a posição das diversas partes do corpo, de maneira a evitar sequelas e/ou permitir movimentos; 
- Confecção e indicação de equipamentos de auxílio e adaptações (tecnologia assistida); 
- Acolhimento, apoio, escuta e conversas. 

São diversas as abordagens que podem ser adotadas e estas irão depender do profissional e do local de trabalho. Entretanto, o objetivo maior é sempre a qualidade de vida daqueles a quem atendemos. É sempre preciso lembrar da importância do trabalho em equipe: assistentes sociais, dentistas, educadores, enfermeiros, farmacêuticos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, médicos, nutricionistas, psicólogos, terapeutas ocupacionais, entre outros, devem trabalhar de maneira conjunta e integrada, para uma melhor atenção às necessidades dos pacientes. 

É necessário lembrar também que, com o adoecimento, os familiares também passam por momentos de sofrimento e situações de mudança. Estes familiares, então, podem precisar de ajuda para lidar com esta situação e devem procurar a equipe de saúde. O apoio e a divulgação de informações aos familiares também são contribuições do terapeuta ocupacional, além de atendimentos específicos aos familiares quando necessário. 
O terapeuta ocupacional é um profissional ainda pouco conhecido, especialmente no campo da oncologia. Porém, os trabalhos práticos e os estudos científicos vêm aumentando, e a Terapia Ocupacional está se desenvolvendo. Nem todos os serviços – públicos ou particulares – oferecem este tipo de atendimento; procure os profissionais que lhe atendem para encaminhamento ao terapeuta ocupacional, no próprio local de tratamento ou para outros serviços. 


FONTE: Retirado do site www.oncoguia.com.br, escrito pela Terapeuta Ocupacional Marilia Bense Othero. Link para consulta: http://www.oncoguia.com.br/site/interna.php?cat=4&id=210&menu=2

sábado, 23 de junho de 2012

Diferença entre Fisioterapia e Terapia Ocupacional ;s




Uma das grandes dúvidas que cercam tanto estudantes de Terapia Ocupacional quanto demais profissionais e população em geral é sobre a diferença entre essas duas profissões (Fisioterapia e Terapia Ocupacional), que por mais distintas que sejam, possuem suas peculiaridades.


O vídeo em destaque nos mostra a diferença entre elas.

Espero que o vídeo possa tirar suas dúvidas quanto a esses dois profissionais.

Terapia Ocupacional em Cardiologia

A pedidos de Felipe Gomes Lemos, fui a busca de trabalhos relacionados à Cardiologia, e aqui está. Aprecie-se.


O terapeuta ocupacional é de importância incalculável para o paciente com moléstia do coração. O terapeuta ocupacional avalia e analisa as atividades da vida  diária do paciente. Poderá, a seguir, assistir o paciente na modificação dessas  atividades, se preciso de forma que possa reassumir aquelas que previamente lhe  satisfaziam. Aqueles que passaram por modificações do estilo de vida e moléstias que a ameaçaram, também se beneficiam com a intervenção para auxiliá-los na adaptação psicossocial de sua nova situação. (HUNTLEY, 2005). 
É extremamente importante que o terapeuta ocupacional tenha compreensão da função normal do sistema cardiovascular, da patologia, dos fatores comuns de  risco, das precauções e das técnicas padrão de tratamento para que possa oferecer um cuidado eficaz e promova a recuperação das funções em pessoas com o sistema cardiovascular comprometido.  

A terapia ocupacional pode guiar as pessoas com ICC aguda na direção de um nível ótimo de função através de tarefas graduadas de cuidados pessoais. Alguns indivíduos acabam por eliminar totalmente sua tendência a desenvolver ICC, ao passo que outras desenvolvem grave insuficiência cardíaca. (EARLY; PEDRETTI, 2005, p.1020) 
O terapeuta ocupacional poderá avaliar, analisar e assistir o pacientes nas modificações de suas atividades da vida diária, sempre dando suporte quando necessário, principalmente quando houver necessidade de adaptações em utensílios e/ou mobiliário do cotidiano. 

O Terapeuta Ocupacional ao atuar na área cardiovascular, seja em ambiente hospitalar, ambulatorial, domiciliar ou comunitário, independente do diagnostico, necessita levar em consideração os parâmetros clínicos que interferem na morbidade e na mortalidade para realizar sua intervenção. Dentro desses parâmetros destacam-se, as seqüelas já instaladas no sistema cardiovascular e seu impacto funcional, fatores de risco controláveis e não controláveis, o prognostico do paciente e que ações estão planejadas a curto, médio e longo prazo, a freqüência cardíaca máxima e pressão arterial mínima durante os esforços e a realização de atividades e a presença de depressão e ansiedade. O Terapeuta Ocupacional quando planeja tratar as disfunções ocupacionais relacionadas com as afecções cardiovascular que implicam na instalação de deficiência, incapacidade e desvantagem sociais, deve seguir o modelo da Organização Mundial da Saúde (OMS), que visa estrutura e funções corporais, atividades e participação social. Para traçar seu plano de tratamento o terapeuta em conjunto com a equipe de saúde deve considerações os aspectos orgânicos, psicológicos e sócio familiares do paciente. (CORDEIRO, 2007)

A função do terapeuta ocupacional na reabilitação cardíaca é aconselhar e educar os pacientes na execução das atividades diária- auto-cuidado, produtivas e lazer. A atividade tem que ser dirigida de forma dinâmica visando o contexto geral e não somente uma técnica para tratar uma doença, mas sim um meio para abordar uma pessoa com dificuldade de funcionar no mundo das relações. E o tratamento inclui avaliar a capacidade do paciente em executar atividades normais, simplificar tarefas e guiar o paciente para retornar as atividades do cotidiano, prescrever equipamentos adaptados, educar o paciente quanto à tolerância a mudança de vida e ao retorno no trabalho, e administração do stress. (CORDEIRO, 1989)


Felipe, se você estiver interessado, recomendo este trabalho. Muito bom e com muitas informações!

A profissão mais bonita da cidade (8)

video


Lindo o vídeo que as meninas da USP-RP fizeram. Com certeza a Terapia Ocupacional é a profissão mais bonita da cidade.
Conseguiram retratar muito bem a profissão através dessa música linda!

Parabéns meninas!

Boas Vindas =)

Boa tarde,

Meu nome é Tainara e criei este blog no intuito de divulgar a Terapia Ocupacional. Divulgar não apenas o que a web já nos mostra, mas informações e sugestões dos alunos e profissionais que atuam nesta área. Espero que este blog possa ter um resultado positivo tanto para a profissão quanto para as pessoas que desconhecem a Terapia Ocupacional.

Conto com a participação de todos, e se tiverem alguma sugestão de algo que possa ser postado aqui, envie um email para seguinte endereço: blogdato@gmail.com

Agradeço e se deliciem com a mais bela profissão que é a Terapia Ocupacional.

Porque "Ser Terapeuta Ocupacional é ser apaixonado pela vida!"

O que é Terapia Ocupacional?

De acordo com o Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito), a Terapia Ocupacional é uma área do conhecimento voltada aos estudos, à prevenção e ao tratamento de indivíduos portadores de alterações cognitivas, afetivas, perceptivas e psico-motoras, decorrentes ou não de distúrbios genéticos, traumáticos e/ou de doenças adquiridas, por meio da sistematização e utilização da atividade humana como base de desenvolvimento de projetos terapêuticos específicos.

Terapeuta Ocupacional é o profissional de Saúde, devidamente registrado em seu Conselho Regional, com formação acadêmica superior, habilitado a avaliar o cliente, buscando identificar alterações nas suas funções práxicas, considerando sua faixa etária e/ou desenvolvimento da sua formação pessoal, familiar e social. A partir desta avaliação, traça o projeto terapêutico indicado; que deverá, resolutivamente, favorecer o desenvolvimento e/ou aprimoramento das capacidades psico-ocupacionais remanescentes e a melhoria do estado psicológico, social, laborativo e de lazer.

FONTE: http://www.crefito2.gov.br/